Para se ter uma ideia, no mês passado foram entregues 71 mil medicamentos nas farmácias Básica, Integrada e Farmácias Distritais que atendem junto aos postos de saúde de João Pessoa, Nereu Ramos, Czerniewicz e Barra do Rio Cerro. Em março esse número era de 63 mil medicamentos. O total de pacientes atendidos em maio foi de 21,5 mil. Em março, 19 mil.O gerente de Programas de Saúde Irineu Pasold atribui esse aumento ao atual custo elevado dos medicamentos nas farmácias privadas e também à proximidade das farmácias distritais para os moradores de bairros mais distantes do centro. “O morador que antes comprava na farmácia privada do bairro para não ter que se deslocar até a Farmácia Básica, no Centro, agora recorre à farmácia distrital próxima do seu bairro para retirar a medicação gratuitamente”, explica Pasold.
O secretário de Saúde Alceu Moretti acrescenta que a ampliação de horário também facilitou o acesso dos jaraguaenses que têm receita SUS. “Antes uma pessoa que passava por consulta na sexta à noite não tinha acesso à Farmácia Básica até a manhã de segunda-feira. Agora esse paciente pode passar até as 14 horas de sábado na Farmácia Básica Integrada (Shopping). Neste último sábado (11), por exemplo, 17 pacientes estiveram na Farmácia do Shopping para obter um medicamento. E estudamos melhorar cada vez mais a agilidade no atendimento das nossas farmácias”, adianta Moretti.
Investimento em medicamentos
A Secretaria de Saúde de Jaraguá do Sul investe, anualmente, R$ 1,2 milhão em medicamentos que são distribuídos nas farmácias SUS do município. São R$ 100 mil mensais. O Ministério da Saúde investe R$ 90 mil mensais; e o governo do estado, mais R$ 90 mil. Esses quase R$ 300 mil mensais não dão conta do atual gasto de mais de R$ 500 mil mensais. Os gastos extras são subsidiados pelo município.
“Na verdade o atendimento qualificado das farmácias é de suma importância na busca de recuperação, da manutenção da saúde. Todo trabalho feito pela rede , por meio das UBSs ou das Especialidades de Média e Alta Complexidade têm um ponto de convergência comum: os medicamentos prescritos pelo serviço. Todos convergem para as farmácias”, acrescenta Irineu Pasold.


