A situação da greve dos caminhoneiros teve uma reviravolta importante nas últimas horas. Após uma assembleia nacional realizada nesta quinta-feira (19 de março de 2026), as principais lideranças da categoria decidiram suspender a paralisação nacional, mas mantiveram o que chamam de “estado de alerta” (ou estado de greve).
Aqui estão os pontos principais para entender o cenário agora:
O que motivou a suspensão?
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Medida Provisória (MP): O governo federal publicou uma MP que endurece as regras e punições para empresas que descumprirem o piso mínimo do frete, uma das maiores queixas dos motoristas.
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Negociações em Brasília: Uma reunião estratégica foi agendada para a próxima quarta-feira (25 de março) com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, para tratar das pendências restantes.
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Pressão Judicial: Em Santa Catarina e outros estados, a justiça estabeleceu multas pesadas (chegando a R$ 100 mil) para quem bloqueasse rodovias ou acessos a portos.
Situação nas Rodovias (SC)
Apesar da suspensão nacional, o clima ainda é de monitoramento constante:
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BR-101 e BR-280: O fluxo segue normal e sem bloqueios registrados pela PRF e pela Polícia Militar Rodoviária.
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Itajaí: Houve concentrações de motoristas em postos de combustíveis e em frente ao porto na quinta-feira, mas o movimento foi de conscientização, sem trancar as vias.
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Estado de Alerta: As lideranças afirmaram que, se as negociações da próxima semana não avançarem ou se a MP não for cumprida na prática, uma nova assembleia será realizada no dia 26 de março para decidir sobre uma nova data de greve.
Resumo para o seu Conteúdo
O foco deve ser na vitória parcial da categoria com a nova fiscalização do frete e na manutenção da fluidez nas estradas, dissipando o medo imediato de desabastecimento, mas ressaltando que o movimento pode retornar na última semana de março.


