Durante sua participação na Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu o tom contra o que chamou de tentativa de “colonizar outra vez” os países da região
. O foco principal da crítica foi a disputa global por terras raras e minerais críticos (como lítio e grafita), essenciais para a transição energética.
Principais pontos do discurso:
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Soberania e Recursos: Lula afirmou que o Brasil e seus vizinhos não podem aceitar o papel de meros exportadores de matéria-prima bruta. Ele citou o exemplo histórico da Bolívia e defendeu que a riqueza mineral deve gerar industrialização e emprego nos países de origem.
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Crítica às Ações Militares: O presidente relacionou a pressão por recursos naturais a possíveis interferências externas, afirmando que a integridade territorial e os assuntos internos de cada país devem ser respeitados sem intromissões estrangeiras.
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Contexto Global: O Brasil detém a segunda maior reserva de terras raras do mundo. Recentemente, os EUA convidaram o país para uma coalizão de fornecimento de insumos, mas o governo brasileiro sinaliza que qualquer acordo deve incluir investimentos em refino e agregação de valor local.


