A Câmara dos Deputados encerrou o primeiro trimestre de 2026 com uma marca simbólica e polêmica: o total de despesas pagas superou a casa de R$ 1 bilhão.
O levantamento, baseado em dados do Portal da Transparência, aponta que o montante engloba desde salários e encargos sociais até a controversa Cota para o Exercício da
Atividade Parlamentar (CEAP), o popular “cotão”.
Os principais motores do gasto:
De acordo com a análise técnica, três pilares sustentam essa cifra bilionária:
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Folha de Pagamento: Salários de parlamentares e do vasto quadro de servidores (ativos e inativos) representam a maior fatia do orçamento.
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Manutenção e Contratos: Serviços de segurança, limpeza, TI e as constantes reformas estruturais nos anexos da Casa.
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Verbas Indenizatórias: Gastos com passagens aéreas, combustível e divulgação do mandato, que apresentaram uma aceleração em comparação ao mesmo período do ano
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anterior.
Especialistas em contas públicas alertam que, embora o valor esteja dentro do teto orçamentário previsto, a velocidade do empenho dos recursos levanta debates sobre a
eficiência do gasto público em um ano de desafios fiscais para o país.
Em nota, a assessoria da Câmara informou que os valores refletem o reajuste inflacionário de contratos e o pleno funcionamento das comissões temáticas, que intensificaram
suas atividades neste início de legislatura.


