Em um pronunciamento inesperado na manhã desta segunda-feira, o presidente Donald Trump declarou que as Forças Armadas dos Estados Unidos assumirão o “controle
operacional e a segurança total” do Estreito de Ormuz.
A decisão ocorre após meses de tentativas frustradas de diálogo e o encerramento oficial de qualquer canal diplomático com o regime iraniano.
“Tentamos a diplomacia, tentamos o diálogo, mas o Irã escolheu o caminho da obstrução,” afirmou o presidente. “A partir de agora, os Estados Unidos garantirão que o comércio
mundial não seja refém de regimes instáveis. O Estreito de Ormuz é vital para a economia global e permanecerá aberto sob nossa vigilância.”
A medida é uma resposta direta à recente escalada de tensões no Golfo Pérsico. Estima-se que cerca de 20% do consumo mundial de petróleo transite diariamente pelo
estreito. Analistas de inteligência sugerem que a Marinha dos EUA (U.S. Navy) já iniciou o deslocamento de grupos de porta-aviões para a zona de conflito, estabelecendo
zonas de exclusão para embarcações não autorizadas.
O Pentágono ainda não detalhou as regras de engajamento, mas confirmou que a operação visa “neutralizar qualquer ameaça direta à navegação comercial”.
Enquanto isso, o mercado financeiro reagiu com volatilidade imediata, com os preços do barril de petróleo apresentando alta acentuada nas bolsas de Londres e Nova York.


