Levantamentos realizados pelos principais institutos de pesquisa do país no início de abril de 2026 acenderam o sinal de alerta no Palácio do Planalto. Segundo o Datafolha, a
desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 51%, enquanto a aprovação oscilou negativamente para 45%.
Já a pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 15 de abril, reforça a tendência de desgaste, apontando que 55% dos eleitores afirmam que conhecem o presidente, mas “não
votariam nele de jeito nenhum”. Os dados mostram que a avaliação negativa (ruim/péssimo) se estabilizou em 40%, superando numericamente a avaliação positiva, que
recuou para 29%.
Especialistas apontam que a alta nos preços dos alimentos, a percepção de estagnação econômica e a forte polarização com nomes da oposição — como o senador Flávio
Bolsonaro, que aparece tecnicamente empatado com Lula em cenários de segundo turno — são os principais fatores para a erosão da popularidade governamental a poucos
meses da eleição.


