O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reforçou publicamente seu desejo de ver a seleção do Irã presente na próxima Copa do Mundo, independentemente das tensões
geopolíticas que cercam o país. Em declaração recente,
o mandatário enfatizou que o futebol deve servir como uma ferramenta de união e que a exclusão de nações por questões políticas não é o caminho ideal para a entidade.
“O Irã é uma potência do futebol asiático e tem que vir. O futebol pertence ao mundo, não à política,” afirmou Infantino.
A preocupação central gira em torno da relação diplomática entre Irã e Estados Unidos, que historicamente atravessa momentos de instabilidade. Infantino declarou estar
esperançoso de que o clima de hostilidade esteja “pacificado” até o pontapé inicial da competição, permitindo que o foco permaneça estritamente no desempenho dos
atletas dentro de campo. A fala surge em um momento de pressão de diversos setores internacionais que questionam a participação de certas delegações devido a
contextos de direitos humanos e conflitos externos.


