O deputado federal e ex-secretário de Cultura, Mário Frias, utilizou suas redes sociais para contestar as informações que sugerem a participação financeira do empresário Flávio Vorcaro na produção do filme “Dark Horse”. O pronunciamento ocorre em um momento de turbulência, após o vazamento de áudios que indicariam uma suposta articulação de Vorcaro em torno do projeto cinematográfico sobre a vida de Jair Bolsonaro.
Em publicação direta no X (antigo Twitter), Frias, que assina a produção executiva do longa, foi enfático ao declarar que “não há um único centavo de Vorcaro no filme”. A manifestação busca blindar a obra de narrativas que associam o financiamento da produção a figuras investigadas ou a possíveis esquemas de influência política que têm dominado o debate público nos últimos dias.
Pontos-chave da defesa de Frias:
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Independência Financeira: O deputado sustenta que a captação de recursos para “Dark Horse” segue ritos transparentes e que o nome de Vorcaro jamais constou na lista de investidores ou apoiadores oficiais.
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Blindagem Ideológica: Para a equipe de produção, as notícias sobre o áudio são tentativas de “desidratar” o impacto cultural que o filme pretende causar ao narrar a trajetória de Bolsonaro sob uma ótica favorável.
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Transparência: Frias sinalizou que a prestação de contas da produção estará disponível conforme as exigências legais, reforçando que o capital é de origem privada e lícita.
O filme “Dark Horse” é aguardado como uma das principais peças de narrativa da direita brasileira para os próximos anos, focando na resiliência de Bolsonaro e nos eventos que o levaram à presidência. Qualquer associação com escândalos financeiros é vista pela cúpula do projeto como um risco à credibilidade da obra.


