Após relatar abusos sexuais por meio de desenhos em uma escola de Araranguá (SC), uma criança de 10 ano obteve uma medida protetiva de urgência contra o próprio avô. O caso foi encaminhado à DPCAMI após o protocolo de escuta especializada da instituição de ensino.
Uma criança de 10 anos obteve uma medida protetiva de urgência contra o seu avô no município de Araranguá, localizado no Sul de Santa Catarina. A decisão judicial foi tomada após a escola onde a vítima estuda acionar os protocolos de segurança ao identificar relatos de supostos abusos sexuais praticados pelo homem.
A descoberta do caso começou no ambiente escolar, onde a criança expressou a situação de vulnerabilidade por meio de desenhos. Diante dos sinais, a instituição de ensino aplicou o protocolo de escuta especializada e encaminhou o relatório detalhado à DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso).
Com base nos indícios apresentados pela polícia e pela comunidade escolar, a Justiça concedeu a medida protetiva para garantir o distanciamento do suspeito e a segurança da vítima. O caso segue sob investigação sigilosa das autoridades competentes.


