O trágico acidente com um ônibus de turismo na rodovia SC-492, no Extremo-Oeste de Santa Catarina, resultou na morte de três pessoas da mesma família (mãe, filha e tia) e deixou marcas físicas e emocionais profundas nos sobreviventes, em especial nos integrantes de uma delegação de dança paraguaia.
O quadro clínico das vítimas remanescentes passou por atualizações críticas:
Casos de Amputação
A gravidade dos traumas decorrentes da queda do veículo em uma ribanceira resultou em procedimentos cirúrgicos de alta complexidade para duas integrantes do grupo de bailarinos:
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Criança de 10 anos: Teve o membro inferior esquerdo amputado. Ela passou pelo procedimento cirúrgico e segue internada na ala clínica do Hospital São José, em Maravilha (SC). Seu quadro de saúde é considerado estável.
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Mulher na UTI: Sofreu a amputação de um dos membros superiores. Ela permanece sob cuidados intensivos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e, embora tenha apresentado uma leve melhora, seu estado ainda é grave e inspira cuidados.
Transferência de Emergência
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Menina de 9 anos: Apresentou uma piora significativa em seu quadro de saúde devido a um pneumotórax. Seu estado evoluiu para gravíssimo, exigindo uma transferência aérea ou terrestre de urgência para o Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó (SC), onde foi indicada para uma cirurgia de emergência imediata.
Outros Pacientes e Altas
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Duas mulheres (de 49 e 55 anos) seguem internadas em recuperação estável na ala clínica em Maravilha.
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Como ponto de alívio em meio à tragédia, três pacientes receberam alta hospitalar ao longo do dia e puderam iniciar o retorno para casa.


