Em junho, o estoque da Dívida Pública Federal (DPF) brasileira teve um crescimento de 2,61%, atingindo R$ 9,268 trilhões. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que subiu 2,63% e alcançou R$ 8,920 trilhões.
Essa expansão da dívida interna ocorreu em função de dois fatores centrais:
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Emissão líquida: R$ 143,3 bilhões em novos títulos.
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Apropriação positiva de juros: R$ 85,16 bilhões.
Perfil dos Detentores da Dívida
Os principais credores da DPMFi permanecem distribuídos entre as seguintes instituições:
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Instituições financeiras: 31,8% de participação.
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Fundos de previdência: 22,5%.
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Fundos de investimento: 22,0%.
Projeções para 2026
Para o fechamento do ano de 2026, o Tesouro Nacional estima que a Dívida Pública Federal se consolide em um patamar entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.


