Banco Central do Brasil aprovou novas diretrizes para o ecossistema do Pix, visando aumentar a segurança do usuário e fechar brechas exploradas por criminosos.
A partir de 1º de março de 2027, bancos e fintechs estarão proibidos de incluir publicidades, links externos, ofertas de empréstimos, seguros ou cupons de desconto nas telas e arquivos de comprovantes de pagamento.
A decisão responde ao avanço de golpes baseados na clonagem de documentos de transferência. A presença de elementos comerciais permitia que fraudadores inserissem botões maliciosos em comprovantes adulterados para capturar dados pessoais e bancários das vítimas. Com a padronização, qualquer comprovante que apresente ofertas ou links a partir de 2027 será classificado como suspeito.
O pacote de atualizações também inclui reformulações operacionais:
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Mecanismo Especial de Devolução (MED): O processo de contestação de fraudes dentro dos aplicativos bancários será simplificado. O cliente poderá anexar provas (como prints de conversas e documentos) diretamente no app ao relatar o incidente. O prazo para abertura do pedido permanece em até 80 dias, com limite de 11 dias corridos para a análise da instituição financeira.
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Alerta de Contatos Salvos: O sistema passará a exibir avisos automáticos caso haja alteração de titularidade ou divergência nos dados de uma chave Pix cadastrada na lista de favoritos (como e-mails ou números de celular desativados e atribuídos a terceiros).


