A nova rodada da pesquisa Datafolha, divulgada neste último final de semana (12/04/2026), acendeu o sinal de alerta no Palácio do Planalto.
Pela primeira vez em projeções de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) apareceu numericamente à frente do presidente Lula (PT), com 46% contra 45% das
intenções de voto — o que configura um empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos.
A Reação do PT
A cúpula do Partido dos Trabalhadores adotou um tom de cautela e “relativização”.
Em conversas de bastidores e notas oficiais, lideranças governistas afirmam que o cenário é “fotografia de momento” e que a queda na popularidade do presidente é reflexo
direto do desgaste causado pelos recentes escândalos que atingiram o governo no último semestre, incluindo crises na gestão da segurança pública e polêmicas envolvendo
o orçamento.
Fatores de Desgaste
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Rejeição em alta: Lula atinge 48% de rejeição, enquanto Flávio soma 46%.
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Narrativa de Corrupção: O PT alega que a oposição utiliza “fatos requentados” e “crises fabricadas” para erodir a imagem de Lula antes do início oficial da campanha.
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Terceira Via: Nomes como Ronaldo Caiado e Romeu Zema seguem crescendo, mas ainda distantes da polarização principal.
O governo planeja agora uma contraofensiva focada em entregas sociais e na tentativa de desvincular a imagem do presidente das investigações que miram aliados no
Congresso, visando estancar a sangria de votos no eleitorado de centro.


