Em comemoração aos 30 anos do sistema eletrônico de votação, adotado no Brasil desde 1996, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou a confiabilidade das urnas eletrônicas e destacou o conjunto de mecanismos de segurança e auditoria que garantem a transparência do processo eleitoral.
As medidas ocorrem em três fases estratégicas: antes, durante e após a votação.
1. Etapa de Preparação e Auditoria Prévia
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Abertura do Código-Fonte: Liberado um ano antes do pleito (disponível de outubro de 2025 a setembro de 2026), permitindo que partidos, Senado, universidades e entidades fiscalizadoras inspecionem os programas.
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Teste Público de Segurança (TPS): Especialistas independentes tentam identificar vulnerabilidades. Na etapa concluída em maio de 2026, nenhuma falha capaz de comprometer o sigilo ou alterar resultados foi encontrada.
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Lacração e Geração de Hashes: Os sistemas são carregados nas urnas, protegidos por lacres físicos da Casa da Moeda e certificados por hashes (assinaturas digitais) que impedem alterações não autorizadas.
2. Mecanismos no Dia da Votação
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Zerésima: Relatório impresso antes do início da votação que comprova que a urna não possui votos registrados.
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Testes de Integridade e Autenticidade: Simulações públicas de votação com urnas sorteadas (incluindo validação biométrica) para confirmar que o voto digitado corresponde exatamente ao registrado.
3. Garantias de Pós-Votação e Transparência
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Boletim de Urna (BU): Impresso imediatamente ao fim da votação e afixado na seção, permitindo conferência pública direta com os dados divulgados pelo TSE.
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Registro Digital do Voto (RDV): Armazena os votos de forma aleatória para garantir o anonimato do eleitor, permitindo auditabilidade completa sem quebrar o sigilo.


