O Hospital Jaraguá reforça sua posição como referência em assistência materno-infantil ao se tornar o primeiro hospital de Santa Catarina a implementar uma tecnologia inédita de monitoramento cerebral contínuo para recém-nascidos de alto risco. O projeto, realizado em parceria com a PBSF (Protegendo Cérebro, Salvando Futuros), terá duração inicial de 90 dias em caráter de avaliação clínica na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal).
Ao contrário das avaliações pontuais tradicionais, a solução desenvolvida pela PBSF realiza o acompanhamento não invasivo e em tempo real da atividade cerebral dos bebês prematuros ou sob cuidados intensivos. Essa supervisão constante permite que a equipe médica identifique precocemente alterações neurológicas, viabilizando condutas clínicas mais rápidas, precisas e individualizadas durante as primeiras horas e dias de vida — período considerado crítico para o desenvolvimento neurológico.
O impacto da iniciativa abrange tanto a segurança do paciente quanto o aprimoramento da rotina hospitalar:
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Precisão no Diagnóstico: Leitura contínua dos dados cerebrais para identificar eventuais episódios de convulsões subclínicas ou asfixia neonatal precocemente.
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Tomada de Decisão Ágil: Suporte em tempo real para a equipe multidisciplinar ajustar tratamentos e intervenções sem demora.
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Aprimoramento Assistencial: Coleta de dados durante os três meses de teste para mensurar os ganhos clínicos e a integração da tecnologia à rotina da UTI.
Segundo Sérgio Luís Alves, diretor executivo da instituição, a participação no projeto reafirma a busca do hospital por soluções modernas que ofereçam maior segurança aos pacientes. Na mesma linha, o médico neonatologista e cofundador da PBSF, Alexandre Netto, ressalta que o monitoramento em tempo real amplia as chances de intervenção preventiva e melhora significativamente os desfechos clínicos dos recém-nascidos de alto risco.


