O ciclone bomba — um ciclone extratropical de rápida intensificação — que atingiu a Região Sul do Brasil deslocou-se para o Atlântico Sul e está se afastando gradualmente do país. Apesar do movimento em direção ao alto-mar, a estrutura meteorológica continua a exercer forte influência sobre o continente, mantendo elevado o risco de tempo severo.
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Regiões de Maior Impacto: Paraná e Santa Catarina concentram a maior severidade do sistema, com previsão de acumulados elevados de chuva, descargas elétricas, rajadas de vento e queda pontual de granizo.
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Ventos Extremos: Rajadas de vento entre 100 km/h e 120 km/h continuam sendo registradas, especialmente no Rio Grande do Sul e nas áreas de serra e litoral de Santa Catarina. Uma linha de instabilidade associada ao avanço do sistema traz riscos adicionais de ventania durante as madrugadas.
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Alcance das Instabilidades: O sul de São Paulo e o sul de Mato Grosso do Sul também sentem os reflexos indiretos da circulação do ciclone, registrando aumento de nebulosidade e pancadas de chuva.
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Monitoramento Continuo: O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) realiza o acompanhamento do deslocamento das massas de nuvens por satélite em intervalos de 15 minutos. A tendência geral é de perda de força gradativa do sistema sobre o continente à medida que ele se desloca mais para o interior do oceano.


