O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) implementou novas diretrizes para a solicitação, manutenção e renovação de benefícios previdenciários e assistenciais (como o BPC/LOAS). A principal mudança é a obrigatoriedade da identificação birométrica, medida adotada para combater fraudes, otimizar o cruzamento de dados federais e garantir a segurança dos pagamentos.
Nesse novo cenário, a Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passa a desempenhar um papel central. Como a CIN utiliza o CPF como número único de identificação e integra os dados biométricos diretamente à base do governo federal (Via Gov.br), ela torna-se o documento padrão exigido pelo órgão.
-
O que muda na prática: Para dar entrada em novos pedidos ou realizar a prova de vida e atualização cadastral, o segurado precisará ter sua biometria registrada no sistema federal.
-
Prazo para adequação: O governo estabeleceu um cronograma gradual de transição. Beneficiários que ainda utilizam o modelo antigo de RG terão prazos definidos de acordo com a faixa etária e o tipo de benefício para emitir o novo documento sem sofrer suspensão do pagamento.
-
Benefícios de Aposentados e Pensionistas: A unificação documental impede a falsificação de identidade para empréstimos consignados e saques indevidos, além de automatizar a prova de vida por meio do reconhecimento facial.
Segurados que ainda não possuem a CIN devem agendar o atendimento nos órgãos de identificação civil do seu estado (como Poupatempo, Detran ou Polícia Civil) para realizar a coleta das digitais e a foto oficial o quanto antes.
Entenda as novas regras do INSS que exigem cadastro biométrico e a Nova Carteira de Identidade (CIN) para a liberação e manutenção de benefícios, com prazos para a regularização do documento.


