As 5 cidades com a pior qualidade de vida de SC

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09/07/2024 - 11:11:00 | 2 minutos de leitura

As 5 cidades com a pior qualidade de vida de SC

Um estudo inédito no Brasil, o Índice de Progresso Social Brasil (IPS), revelou que o município de Luzerna, no Meio-Oeste catarinense, está entre as cidades com melhor desempenho em qualidade de vida do país. Contudo, o levantamento também destacou que alguns municípios catarinenses apresentaram índices não muito satisfatórios. É o caso das cidades de Entre Rios, Bocaina do Sul, Ipuaçu, São José do Cerrito e Novo Horizonte. Nesta lista, Entre Rios ocupa a pior posição, levando em consideração fatores como nutrição, saúde, moradia, saneamento, segurança pessoal, acesso à informação, meio ambiente, inclusão social, liberdade individual e acesso à educação superior. Na análise individual desses índices, Entre Rios se destaca (negativamente) pela alta taxa de trabalho infantil (84,57). Por outro lado, o município, entre os cinco listados, é o que apresenta menor número de homicídios (11,75). Já a cidade de Novo Horizonte, apesar de não ser considerada a pior em qualidade de vida no Estado, aparece como a pior entre as cinco no quesito segurança pessoal (3,46), taxa de homicídios (113,50), esgotamento sanitário adequado (6,38) e mortalidade infantil até 5 anos (76,92). Bocaina do Sul, por sua vez, também figura entre as cidades com menor índice de segurança pessoal (23), esgotamento sanitário adequado (1,29) e acesso à Educação Superior (34,21). Por outro lado, o trabalho infantil não foi registrado na cidade. Já o município de Ipuaçu, apresenta – dentre as cinco cidades listadas – a menor taxa de esgotamento sanitário e domicílios com coleta de resíduos adequada. Por fim, São José do Cerrito aparece como a melhor em domicílios com coleta de resíduos adequada e a segunda menor taxa de mortalidade infantil até cinco anos. O IPS Brasil avaliou dados oficiais de 5.700 municípios de todo o país. O levantamento filtrou mais de 300 indicadores até chegar a 52, entre órgãos oficiais e de institutos de pesquisa, como o DataSUS, Conselho Nacional de Justiça, Mapbiomas, Anatel e CadÚnico. Os únicos dados inéditos foram os dois produzidos pelo Mapbiomas, sobre áreas verdes e disponibilidades de praças.

Foto: Reprodução/Prefeitura de Entre Rios/ND