Brasileiro foragido é preso nos EUA e incluído em lista de 'piores' imigrantes ilegais detidos na era Trump
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30/01/2025 - 17:47:00 | 4 minutos de leitura

Quando o Google anunciou que estava cumprinUm brasileiro identificado como Vitor de Sousa Lima, de 28 anos, foi preso no último sábado em Boston, nos Estados Unidos, durante uma operação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês). A operação faz parte do novo decreto de Donald Trump, determinando a deportação de imigrantes em situação irregular. No Brasil, Lima foi condenado por um homicídio culposo em Inhapim, na região Leste de Minas Gerais, em 2014. A Casa Branca o considera um dos criminosos mais perigosos entre os imigrantes ilegais detidos desde o início do governo de Donald Trump. Ele é o único brasileiro na lista do governo dos Estados Unidos com os "piores" imigrantes já detidos, que inclui estupradores, pedófilos e terroristas. A Casa Branca não diz claramente se foi essa condenação no Brasil que baseou a prisão dele nos EUA, cita apenas que foi condenado por homicídio culposo, mas não deixa claro onde ocorreu o crime. Atualmente, ele está detido em um centro de detenção de imigrantes na cidade de Dover, em New Hampshire, aguardando a deportação para o Brasil. Não há informações sobre como ele migrou para os Estados Unidos. ele foi condenado por homicídio culposo e sentenciado a quatro anos e oito meses de prisão após provocar um acidente fatal no dia 4 de outubro de 2014, quando tinha 18 anos. Ele atropelou e matou Michael Vieira de Souza e Francisco Marcos de Souza, pai e filho, que estavam em uma moto. Na ocasião, Vitor dirigia alcoolizado e sem habilitação. Durante patrulhamento, a polícia chegou a ordenar que ele parasse o veículo, mas ele desobedeceu e acelerou ainda mais. Em alta velocidade, o brasileiro invadiu a contramão e bateu contra a moto das vítimas. Ele foi preso e condenado a cumprir pena em regime semiaberto. Após cumprir 11 meses e 28 dias da pena, em 2015, ele recebeu liberdade provisória com a condição de não sair da cidade de Inhapim. No entanto, ele descumpriu essa determinação judicial e fugiu para os Estados Unidos. Diante da fuga, foi expedido um mandado de prisão preventiva contra Lima, e a Polícia Federal encaminhou o caso à Interpol, que passou a monitorar o brasileiro.do a ordem executiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de renomear o Golfo do México para Golfo da América, muitos mexicanos responderam com uma risada e um longo e exausto suspiro. Em sua coletiva de imprensa diária na última quarta-feira, terça-feira, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, minimizou a ação do Google e observou que a ordem de Trump se aplica apenas à plataforma continental dos EUA, sugerindo que seu país não a cumpriria. “O Golfo do México ainda é o Golfo do México”, declarou ela. Nas redes sociais, usuários mexicanos também compartilharam imagens zombando do que alguns chamaram de “obsessão” de Trump com seu país e a natureza pouco ortodoxa de sua decisão. Alguns fãs de futebol sugeriram sarcasticamente que Trump estava prestando homenagem ao popular time de futebol mexicano Club América. Mas nem todo mundo está rindo. Em um editorial para o jornal mexicano El Universal, o especialista jurídico Mario Melgar-Adalid aconselhou o país a reagir. “O México deve se opor firmemente a essa interferência, caso contrário, o próximo passo pode ser que, em vez de Estados Unidos Mexicanos (nome formal do México), conforme estabelecido em nossa Constituição, eles começarão a nos chamar de Velho México”, escreveu ele. No estado costeiro de Veracruz, que faz fronteira com o golfo, a governadora Rocío Nahle rejeitou a ação de Trump. “Hoje e sempre… por 500 anos, foi e continuará sendo nosso rico e grande ‘Golfo do México’”, escreveu Nahle nas redes sociais na semana passada. Juan Cobos, um ex-residente de Veracruz que agora mora na Cidade do México, chamou a ação de “absurda”, dizendo que centenas de anos de história não poderiam ser apagados por um traço de caneta. “Você não pode mudar algo da noite para o dia, com o que crescemos – história, geografia, tudo isso. Você não pode ser tão autoritário a ponto de mudar de um dia para o outro. “Pontuou.
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