Caso do menino que matou 23 animais gera revolta nas redes sociais
Em Foco
17/10/2024 - 12:54:00 | 2 minutos de leitura

Um caso que chocou internautas e moradores de Nova Fátima, no norte do Paraná, envolveu um menino de nove anos responsável pela morte de 23 animais. No último domingo (13), o garoto invadiu a área de um hospital veterinário, onde esquartejou 20 coelhos e 3 porquinhos-da-índia. A ação foi flagrada por câmeras de segurança, que mostrou o menino jogando os animais contra a parede e mutilando alguns deles. O episódio gerou revolta nas redes sociais, onde muitos pediram a internação do garoto. De acordo com a Polícia Civil do Paraná, o menino não poderá ser responsabilizado criminalmente devido à sua idade, já que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) considera menores de 12 anos inimputáveis. Isso significa que, por serem muito jovens, eles não podem ser submetidos a medidas socioeducativas. Aos nove anos, a criança está sujeita apenas à medidas de proteção, que incluem acompanhamento psicológico, encaminhamento a um responsável e obrigatoriedade de matrícula em uma escola. O advogado criminalista Oberdan Costa explica que o ECA prevê um conjunto de ações focadas na ressocialização para crianças nessa faixa etária. “As medidas de proteção podem incluir tratamento psicológico ou psiquiátrico, além de orientações aos responsáveis, que podem ser responsabilizados civilmente pelos danos causados pelo menor”, afirmou Costa. Após a identificação da criança, ela foi questionada sobre o ocorrido e inicialmente alegou que seu cachorro teria atacado os animais, mas depois confessou os atos. A Polícia Civil notificou a família, que informou que o menino vivia com a avó e não tinha histórico de comportamentos violentos até então. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o Conselho Tutelar foi acionado para avaliar as necessidades de acompanhamento e suporte à família. O caso gerou ampla discussão sobre a forma como o sistema de proteção de menores lida com incidentes dessa natureza. Muitos internautas expressaram indignação e cobraram uma resposta rápida das autoridades, enfatizando a importância do acompanhamento psicológico da criança envolvida.
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