Cidades Temporárias para vítimas das enchentes do RS serão construídas

Em Foco

18/05/2024 - 10:15:00 | 2 minutos de leitura

Cidades Temporárias para vítimas das enchentes do RS serão construídas

O governo do Rio Grande do Sul detalhou na manhã de ontem o plano para construção de quatro cidades temporárias na Grande Porto Alegre para abrigar famílias que tiveram de deixar suas casas por causas das enchentes no estado. De acordo com o vice-governador Gabriel Souza, esses espaços são “locais mais adequados, porém provisórios, para que, durante algum tempo, as pessoas possam estar albergadas em locais com mais dignidade e conforto para si e para suas famílias”.As cidades escolhidas para receber esses equipamentos, segundo o vice-governador, são aquelas onde há cerca de 65% da população no que o estado considera como “abrigamento precário”. São elas: Canoas, Porto Alegre, São Leopoldo e Guaíba. “São estruturas provisórias. Por algumas semanas elas podem estar atuando para acolher as pessoas. Esses modelos têm dormitórios, têm divisórias, têm banheiros, têm chuveiros e toda a estrutura. Elas têm uma proteção térmica e possibilidade de impermeabilização, para não ter problema de infiltração caso haja chuva”, detalhou Souza.O vice-governador explicou que será necessário contratar uma empresa para montar essas cidades provisórias. A contratação, segundo ele, pode ser finalizada já na semana que vem. Após a assinatura do contrato, seriam necessários 15 a 20 dias para montagem dos espaços a partir da entrega dos materiais por parte dos fornecedores.As cidades temporárias ficarão nas seguintes cidades: Canoas - Local: Centro Olímpico - Endereço: Avenida Araguaia, 1151, bairro Igara - Área para instalação dos abrigos: 15 mil metros quadrados. Porto Alegre – Local: Complexo Cultural Porto Seco - Endereço: Rua Hermes de Souza, s/n, bairro Santa Rosa de Lima - Área para instalação dos abrigos: 30 mil metros quadrados. São Leopoldo -   local: Centro de Eventos - Endereço: Avenida São Borja, 1860, bairro Rio Branco - Área para instalação dos abrigos: 3.420 metros quadrados. Em Guaíba devido a devastação, ainda não encontrado um local seguro para instalação da cidade temporária.

 

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Foto: Divulgação e Foto /Governo do Rio Grande do Sul