Funcionário que matou colega de trabalho em SC é condenado
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16/02/2025 - 11:47:00 | 2 minutos de leitura

Após nove horas de julgamento, o Tribunal do Júri de Criciúma condenou o ex-funcionário de um posto de combustíveis a 24 anos de prisão por matar uma colega de trabalho. O crime, ocorrido em agosto de 2022, foi motivado por uma advertência trabalhista aplicada pela vítima, gerente do estabelecimento. O réu foi condenado por homicídio quadruplamente qualificado. O crime acontece em 1º de agosto de 2022. Naquele dia, a gerente discutiu com o funcionário sobre questões profissionais e o repreendeu por comentários de teor amoroso que ele fazia sobre ela. Como medida disciplinar, aplicou uma advertência, que ele se recusou a assinar. Diante disso, a vítima determinou a suspensão e ordenou que ele deixasse o local. O homem saiu do posto, mas retornou cerca de 50 minutos depois, armado com uma faca tática de caça serrilhada. No momento do ataque, a gerente estava atendendo um cliente no pátio quando foi surpreendida pelas costas. Ele desferiu cinco golpes violentos na cabeça da vítima e, ao final, cravou a lâmina de 18 centímetros no crânio. A mulher foi socorrida e permaneceu internada por 22 dias, mas não resistiu aos ferimentos. Motivo fútil e brutalidade levaram à pena elevada O réu foi condenado por homicídio qualificado por quatro fatores: Motivo fútil: o ataque foi uma vingança pela advertência e pela rejeição amorosa. Meio cruel: os golpes de faca causaram sofrimento intenso e desnecessário. Recurso que dificultou a defesa da vítima: o ataque pelas costas impossibilitou qualquer reação. Feminicídio: o crime foi motivado pelo menosprezo à condição de mulher da vítima, que, além de ser a chefe, recusou um envolvimento afetivo.
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