Influenciadoras são presas em operação contra comércio ilegal de óleo de maconha para cigarros eletrônicos
Em Foco
25/04/2024 - 11:00:00 | 2 minutos de leitura

Três influenciadoras foram presas pela Operação Refil Verde, sob suspeita de contrabando de óleo de maconha para cigarros eletrônicos, os vapes, na quarta-feira, 24. A investigação contra o tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e crimes contra a saúde pública faz parte de uma megaoperação entre a Polícia Civil do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Além das influenciadoras, outras 4 pessoas também foram detidas. De acordo com as investigações, o óleo era trazido dos Estados Unidos escondidos em potes de cera de depilação. O material chegava ao Brasil pelo Paraguai. Segundo o apurado pela operação, a quadrilha ainda divulgava o produto sob justificativa de "uso terapêutico", para conseguir um público maior. Os mandados cumpridos nesta quarta fazem parte de mais uma fase da Operação Nárke. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Polícia Civil do Distrito Federal. Segundo informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), a ação da quadrilha era cuidadosa e contava até mesmo com o uso de deep fake, um recurso de Inteligência Artificial usado para manipular imagens. Tudo começava na compra do óleo de cannabis por fornecedores dos Estados Unidos. Com a negociação feita, o material era entregue no Paraguai e levado ao Brasil em potes de cera de depilação. A partir daí, o óleo ilegal viaja de Foz do Iguaçu para São Paulo, onde o grupo separava e envasava a droga em refis de cigarros eletrônicos, frascos de CBD e outros suportes. Com os vapes com cannabis prontos, os suspeitos divulgavam os anúncios de vendas. "Os criminosos anunciavam por redes sociais que estavam vendendo diferentes genéticas de maconha, quando, na verdade, misturavam o óleo a solventes e aromatizantes", explica comunicado da PCERJ. As vendas eram feitas por sites on-line ou até mesmo pelas redes sociais. Quem cuidava do comércio eletrônico dos itens ilegais na internet eram profissionais da tecnologia que vivam no Rio de Janeiro e estavam envolvidos no esquema.
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Fonte: Terra
Foto: Reprodução/Instagram
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