Professor de escola de Blumenau é investigado por série de abusos sexuais contra alunas

Geral

25/03/2025 - 12:19:00 | 2 minutos de leitura

Professor de escola de Blumenau é investigado por série de abusos sexuais contra alunas

Um professor, de 32 anos, está sendo investigado pela Polícia Civil por cometer uma série de abusos sexuais contra alunas na Escola Básica Municipal Vidal Ramos, localizada no bairro Vorstadt, em Blumenau. Conforme a polícia as vítimas tem entre 13 e 14 anos de idade e, até o momento, cinco alunas foram identificadas, mas podem haver mais. Ainda de acordo com a polícia, o homem, que atua como professor de fanfarra na instituição, é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual, além de aliciamento de menores com o fim de praticar ato libidinoso, armazenamento de fotos e vídeos que contenha cena de sexo explícito envolvendo criança/adolescente, discriminação por orientação sexual e intimidação sistemática (bullying). Segundo o delegado responsável pelo caso, Bruno Fernando, da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso da Capital (DPCAMI), as investigações começaram no dia 13 de março, após a denúncia feita pelo pai de uma das alunas. Ele foi procurado pela escola depois que a instituição recebeu várias denúncias contra o professor. O pai apresentou uma ata escolar que descrevia fatos considerados graves e afirmou que sua filha não era a única vítima, pois outras adolescentes também haviam denunciado o suspeito.  “Diante das informações, instauramos um inquérito policial para apurar todas as denúncias recebidas e os relatos colhidos de outras quatro vítimas. As adolescentes serão ouvidas em um segundo momento, por meio de depoimento especial, para evitar a revitimização”, explicou o delegado. As investigações também indicam que mais alunas podem ter sido vítimas do professor. Os próximos passos incluem colher depoimentos de testemunhas que trabalharam com ele, identificar outras possíveis vítimas e, posteriormente, intimar e interrogar o suspeito. O inquérito tem um prazo de 30 dias para ser concluído. O servidor já teve o Processo Administrativo Disciplinar instaurado na sexta-feira e nesta segunda-feira, dia 24, foi notificado do afastamento preventivo das atividades. Reafirmamos nosso compromisso com a segurança e o bem-estar dos estudantes e seguimos acompanhando a situação com a devida responsabilidade.”