Saúde faz nova pesquisa sobre incidência do mosquito da dengue
24/03/2023 - 09:45:26 | 3 minutos de leitura

A Prefeitura de Jaraguá do Sul, por meio do setor de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, realizou entre 27/02 e 10/03 mais um Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa). O trabalho de pesquisa criado pelo Ministério da Saúde em 2002 tem como objetivo identificar as áreas da cidade com maior ocorrência de focos do mosquito da dengue e os criadouros predominantes.
As equipes fizeram a coleta de larvas obedecendo uma metodologia de amostragem conforme o número de imóveis de Jaraguá do Sul. O levantamento é um importante indicador, ajuda a definir o índice de infestação no Município e possibilita antecipar ações e estratégias de prevenção contra o mosquito e as doenças causadas por ele, como a dengue, zika e chikunguya.
Segundo o diretor de Vigilância em Saúde, Dalton Fischer, nesta etapa do LIRAa foram encontrados vários focos do mosquito aedes aegypti em residências, em depósitos como pratos de plantas, baldes, tanques, lonas, regadores, vasos, lixeiras, entre outros. Ele ressalta que a situação em Jaraguá do Sul – a exemplo do que está ocorrendo em todo o Estado –, preocupa. “Precisamos que a população colabore adotando medidas de prevenção, eliminando pontos com água parada e evitando, assim, que surjam novos focos do mosquito da dengue”. O secretário de Saúde, Alceu Gilmar Moretti, destaca que a pasta acompanha com atenção o avanço no número de focos e casos de dengue no Estado e trabalha na criação de estratégias para combater aqui a proliferação do Aedes aegypti.
Medidas preventivas - -Tampe os tonéis e caixas-d’água; Mantenha as calhas sempre limpas;-Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo; Mantenha lixeiras bem tampadas; Deixe ralos limpos e com aplicação de tela; Não utilize pratos em vasos de plantas; Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais; Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e fontes ornamentais; Limpe ralos e canaletas externas.
Sintomas - Normalmente, a primeira manifestação é a febre alta (39 °C a 40 °C) de início repentino, que tem duração de 2 a 7 dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em 50% dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.
Onde procurar atendimento - Na presença de sinais e sintomas, o paciente deve se dirigir imediatamente ao serviço de saúde e, caso já tenha sido atendido antes, deve retornar e não se automedicar. Pessoas que estiveram, nos últimos 14 dias, numa cidade com a presença do Aedes aegypti ou com a transmissão da dengue e tiver os sintomas citados, procure a unidade de saúde de referência. Evite o uso de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (AAS, Melhoral, Aspirina) e anti-inflamatórios não esteroides (Ibuprofeno).
- 21 JanDengue segue em crescimento acelerado em SC com mais de 2,1 mil casos prováveis em 20 diasLEIA MAIS
- 18 OutInfarto, AVC e outros quadros são ligados ao uso indevido de implantes hormonaisLEIA MAIS
- 15 OutNova variante da Covid-19 é registrada em pacientes do Norte de SCLEIA MAIS
- 05 OutCanabidiol é efetivo para matar larvas do mosquito da dengueLEIA MAIS
- 26 SetNovo grupo sanguíneo denominado MAL é divulgado por pesquisadores britânicosLEIA MAIS
- 19 AgoOMS alerta para nova variante da Mpox após aumento de 160 porcento nos casosLEIA MAIS
- 16 AgoSC tem 10 casos confirmados de Mpox, doença declarada como emergência sanitária global pela OMSLEIA MAIS
- 15 AgoOMS declara mpox como emergência em saúde pública globalLEIA MAIS
- 24 JulFebre Oropouche duas cidades concentram mais de 70 porcento dos casos em SCLEIA MAIS