SC tem 4 cidades entre as 5 com imóveis mais caros do Brasil

Geral

04/07/2024 - 10:47:00 | 2 minutos de leitura

SC tem 4 cidades entre as 5 com imóveis mais caros do Brasil

As belezas naturais do litoral catarinense, aliadas à qualidade de vida, segurança e serviços de alto nível, têm se tornado um atrativo cada vez mais forte para compradores de imóveis residenciais. Essa combinação contribuiu para que quatro cidades catarinenses figurem entre as cinco com os imóveis residenciais mais caros de venda no país, de acordo com o Índice FipeZAP de junho. Conforme divulgado pela FIESC, o índice FipeZAP de junho mostra Balneário Camboriú liderando o ranking, seguido por Itapema. Na terceira posição está a capital do Espírito Santo, Vitória, seguida de perto por Florianópolis e Itajaí. Florianópolis é a segunda capital com maior preço médio por m², de R$ 11.340, praticamente empatando com Vitória, a primeira capital do ranking, com R$ 11.349. “A capital catarinense tem uma excelente qualidade de vida, bons serviços, boas escolas, é segura. Isso faz com que famílias de alta renda queiram se instalar em Florianópolis. Uma facilidade para isso é um aeroporto com voos diretos, que permite acesso fácil às principais cidades do Brasil e do exterior”, explica o presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria da Construção da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Marcos Bellicanta. O mercado imobiliário aquecido se reflete também nos empregos na indústria da construção. O segmento é o segundo maior empregador do estado. De janeiro a maio deste ano, gerou 10.482 novas vagas de trabalho. “A pujança do setor da construção civil no estado acaba se refletindo em escassez de mão de obra. Isso leva a uma valorização maior dos trabalhadores do setor, que acabam sendo melhor remunerados em relação a outros setores da economia”, destaca. Marcos Bellicanta também diz que o litoral catarinense atrai um público de alto poder aquisitivo graças não só às belezas naturais e serviços diferenciados, mas também pela valorização comprovada dos imóveis ao longo do tempo.

Foto: Prefeitura de Balneário Camboriú/Divulgação/SCC10