SC tem a menor proporção de jovens “nem-nem” do Brasil
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04/03/2025 - 12:37:00 | 2 minutos de leitura

A parcela de jovens catarinenses entre 14 e 24 anos de idade que não estudam e que estão fora da força de trabalho ou estão desocupados é de 10,6%. Esse resultado posiciona Santa Catarina como o estado com o menor índice de “nem-nem” do país. O resultado é significativamente menor do que a média nacional, de 17,3%, sinalizando uma boa estratégia de inclusão de jovens no mercado de trabalho no estado. Estes dados em Santa Catarina são inéditos e foram gerados pela Diretoria de Políticas Públicas da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan). Para tanto, foram feitos cruzamentos e análises pormenorizadas dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). O estudo tem como base os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro de 2025. A expressão “nem-nem” refere-se à denominação inglesa NEET: Not in Education, Employment, or Training. Em tradução literal, significa que a pessoa “não estuda, não trabalha, e não está em formação”. A expressão caracteriza os jovens que por algum motivo se encontram fora do mercado de trabalho e fora do sistema educacional. Cabe ressaltar que a qualificação e inserção dos jovens no mercado de trabalho é uma preocupação que atravessa as esferas estaduais, nacionais e internacionais. Uma alta proporção de população que não estuda e não trabalha pode significar que a juventude não está se qualificando para trabalhos futuros e também não está adquirindo experiência de trabalho no presente. Isso pode comprometer a inserção do jovem no mercado de trabalho, principalmente em relação a postos que requerem mais qualificação e, consequentemente, oferecem melhor remuneração. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que, globalmente, 20,4% dos jovens não estudam, não trabalham e não estão em programas de qualificação profissional. Na América Latina, esse percentual, apesar de alto, apresentou leve queda entre 2019 e 2023, passando de 21,3% para 19,6%. Quando estratificados, os dados da OIT revelam que dois de cada três jovens que não estudam e não trabalham são mulheres.
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