Tempo – O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão climática para o mês de novembro. O relatório indica um padrão de temperaturas acima da média histórica em todas as regiões brasileiras, acompanhado de grande variação na distribuição das chuvas pelo território nacional.
Tempo – 1. Panorama das Chuvas por Região
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Região Sul: Apresenta a maior tendência de precipitação acima da média climatológica, com anomalias positivas de pelo menos 75 mm. O maior volume de chuvas está previsto para o Noroeste e o Centro Ocidental do Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem superar a média histórica em até 150 mm.
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Região Sudeste: A distribuição de chuva será irregular. Enquanto Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro devem registrar volumes abaixo da média (com possibilidade de chuvas irregulares entre o Triângulo Mineiro e a Zona da Mata), o estado de São Paulo prevê volumes mais expressivos, concentrados principalmente entre as regiões de Assis e Itapetininga.
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Região Centro-Oeste: Registra comportamento misto. Chuvas acima da média são esperadas no sudoeste de Mato Grosso do Sul e no norte de Mato Grosso. Por outro lado, acumulados abaixo da média devem afetar o noroeste de Mato Grosso, o norte de Goiás e o Distrito Federal.
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Região Nordeste: Predominam chuvas abaixo da média, com déficits mais acentuados no interior dos estados do Maranhão e da Bahia. Apenas Ceará, Rio Grande do Norte e trechos da Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe devem ter volumes próximos à climatologia.
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Região Norte: Prevalece o padrão de precipitação abaixo da média histórica, atingindo o Pará, Tocantins, Roraima, a porção central do Acre, o leste de Rondônia e as áreas norte e sudoeste do Amazonas.
Tempo – 2. Comportamento das Temperaturas
Tempo – As temperaturas médias ficarão acima da média climatológica em todo o país:
Para que os eventos previstos não repitam o que vimos em 2023/2024, governos federal, estaduais e municipais precisam agir agora:
- Ampliar o orçamento em adaptação climática, prevenção e resposta a desastres;
- Garantir que governos federal, estaduais e municipais estejam preparados para prevenir e combater incêndios florestais, especialmente em biomas sob maior risco, como Pantanal, Cerrado e áreas de transição da Amazônia;
- Implementar infraestrutura verde e azul nas cidades – recuperação de rios, parques alagáveis, áreas permeáveis, reflorestamento urbano;
- Fortalecer a proteção costeira e marinha por meio de áreas marinhas protegidas que incluam corredores migratórios, áreas de alta biodiversidade e ecossistemas estratégicos como recifes de coral e manguezais,
- Fortalecer sistemas de defesa civil, monitoramento climático e resposta rápida a eventos extremos;


